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FC Cascavel entre os gigantes do Paranaense

Publicado em: 31/01/2020


Times de Cascavel seguem nos extremos da tabela: um entre os primeiros; o outro, é o último. A próxima rodada é muito importante. 

Olha gente, para um pequeno público de 1,5 mil pessoas, o Paraná perdeu para o nosso já glorioso FC Cascavel por 2x1 nesta noite de quinta, na Vila Capanema, em Curitiba. A Gralha saiu na frente, com um gol do meia Robson, aos 39 minutos, numa sobra de bola numa das poucas falhas da defesa do FC Cascavel. A serpente aurinegra não desanimou e manteve a pressão em cima do time da capital. O atacante Paulo Sérgio marcou na rebatida do bom goleiro Alisson, na cobrança de um pênalti, aos 13 minutos do segundo tempo, numa falta sobre Tocantins, que acabara de entrar (mais uma vez!) no lugar de Paulo Baya. Um cara de sorte, este – como aqueles - além de um grande e veloz jogador. 

Tivemos um guerreiro expulso, Marcel, aos 20 minutos. Resistimos bem, e nos acréscimo, aos 52 minutos, com a defesa do Paraná mal posicionada, o meia Adenílson deu uma arrancada e colocou a bola entre as pernas  do goleiro paranaense.  O Paraná mostrou falta de entrosamento, com a participação de quatro jogadores que não jogaram a última partida. A coisa ficou feia para o técnico Allan  Aal, que foi pressionado pela torcida e mesmo pela imprensa.  Ainda arrumou uma confusão com o técnico Marcelo Caranhato, da serpente. Os dois foram expulsos num entrevero perto do fim do jogo.

Algo totalmente desnecessário. O técnico tem que dar exemplo. Pois não é chamado de professor?... Assistimos o jogo pela DAZN, transmissão fantástica, comentários de Gil Rocha (veterano), porém com uma narradora sofrível. Com todo o respeito, tem que melhorar. Desatenta.  Meu caro Edson Morais, temos um bom time: técnico competente, goleiro, defesa, meio de campo e ataque consistentes. Vamos em frente!

Já na quarta-feira,  mais uma derrota do Cascavel CR, desta vez contra um adversário direto contra o rebaixamento, o Rio Branco de Paranaguá, 2x0. Os gols foram marcados por Balotelli, aos 30 minutos do primeiro tempo – um pênalti inexistente (erro da arbitragem) e Kaio Wilker, nos acréscimos, numa falta de cobertura – mais uma! – da defesa, por parte dos meias. Os mesmos meias que não fazem a ligação para o ataque com a velocidade necessária, e que cansam após os 15 minutos do segundo tempo. No meio de campo, os jogadores necessitam ser fundistas, atletas de boa condição física, que não podem demonstrar cansaço. Isso é fundamental. No segundo tempo, tivemos poucas chances de gol, com o Rio Branco esperando o tempo passar. O CCR não teve força para reagir. O técnico Ageu Gonçalves não teve tempo para treinar – competição de tiro curto – e faltam sete rodadas. O jogo foi à tarde, porque o sistema de iluminação do Estádio da Estradinha, na cidade de Paranaguá, continua sem condições de uso. Duas mil pessoas viram o jogo. 

O CCR continua na última colocação do campeonato – mas ainda há tempo para a reação. Precisa vencer pelo menos três jogos – ou vencer duas e não perder em três, para permanecer na primeira divisão do paranaense. Isso, ainda, torcendo para resultados negativos de seus adversários diretos contra o rebaixamento, que não são o FC Cascavel, Operário, Londrina e os três da capital.
A reação deve iniciar contra o Toledo, em nossa casa, no chamado ‘Clássico da Soja’, no domingo (2), às 16h. Vamos ver o quanto o preparador Marquinhos pode ajudar na condição física dos atletas. Vamos rezar e torcer, e que os deuses do futebol nos ajudem.
 
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