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Romã: a fruta da sorte

Prosperidade, sorte e fortuna também se plantam, com flores e frutos!


O gosto por plantar e cultivar herdei da minha mãe e de muitos anos vivendo na roça. O contato com a natureza nos traz serenidade, compromisso e delicadeza. Tocar a terra, sentir sua textura, temperatura e muitas vezes seu cheiro, de certo modo altera nosso estado de consciência e aumenta nossas percepções.

Cada planta, cada flor tem seu próprio e variado significado, seja místico, sagrado, mitológico ou cultural, além do emprego medicinal. Plantar e mesmo cozinhar recupera lembranças e sensações da infância, da família, enfim, resgata muita coisa boa de nossas vidas. Entre muitos outros motivos, plantar alimenta a vida e é sem dúvida uma boa prática para a higiene mental, reduz o stress, aumenta sensação de bem-estar e equilíbrio ao nos reconectar com a natureza.

Uma das plantas que desde criança admiro e cultivo é a romã ou romãzeira (Punica granatum). Conhecida ainda como granada, milagreira ou romeira, originária provavelmente da Ásia, da Europa Mediterrânea ou do Oriente, o seu fruto é associado às paixões, à sorte, à prosperidade, à fortuna e à fertilidade. Dizem que quem tem um pé de romã em casa tem fartura. Possui sabor agradável para suco, licor, geleia e mesmo in natura. A romãzeira é fácil de cultivar e pode ser plantada em vasos, decorando ambientes. Seus frutos são saborosos. Da casca (bem seca), aprendi a fazer chá para curar dores de garganta.
 

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