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Vigilantes da Gestão vai auditar projeto de consórcio do lixo em Toledo

Texto Assessoria de Imprensa

Publicado em 28/08/2019


O Vigilantes da Gestão vem há anos atuando nas prefeituras para orientar sobre a destinação correta, extinção dos lixões e investigação de atos de corrupção 


Depois de várias cidades manifestarem preocupação com a possibilidade da criação de um consórcio para destinação do lixo das cidades do Oeste do Paraná, e que áreas técnicas não estariam sendo consultadas, o Vigilantes da Gestão decidiu auditar o projeto e as medidas que serão tomadas pela cidade de Toledo.

Segundo notícias em veículos de comunicação e nas redes sociais, o secretário de Meio Ambiente de Toledo, Neudi Mosconi, anunciou a criação de um consórcio que receberá lixo de 32 municípios, mais de 300 toneladas, no aterro de Toledo, que já está com problemas ambientais e com o limite esgotado para recebimento, na célula atual.

Visita à Secretaria 
No dia 27 deste mês, o presidente do Vigilantes da Gestão, Sir Carvalho,  acompanhado de um  especialista em projetos ambientais, esteve na Secretaria de Meio Ambiente de Toledo para levantar informações sobre o anunciado projeto. Também visitou o aterro, mas não foi possível fazer vistoria, pois segundo regras da prefeitura, somente é permitido com agendamento prévio e depois de tramitar na prefeitura.

O escritório do IAP de Toledo também foi visitado e o chefe regional, Taciano Maranhão, informou que não conhece o teor do projeto do secretário, e que aguarda a apresentação do mesmo para depois avaliar se há viabilidade técnica para aprovação do órgão ambiental do Paraná. “Vamos oficiar o prefeito municipal de Toledo para que forneça todos os dados técnicos do projeto, para depois fazer juízo de valor”, afirmou Sir Carvalho. “Nas questões ambientais, é preciso agir pelo princípio da prevenção, pois se ocorre um dano, nunca mais o remédio é suficiente”, reforçou.

Atuação no setor 
O Vigilantes da Gestão, dentre outras frentes, vem há anos atuando nas prefeituras para orientar sobre a destinação correta do lixo, extinção dos lixões, remuneração digna dos catadores e a investigação de atos de corrupção em contratos de lixo. “Diversos consórcios no Paraná, não só de lixo, enfrentam problemas com a justiça, ações criminais impetradas pelo Ministério Público dão conta da grande preocupação com que a sociedade vê a possibilidade da criação de um consórcio sem fundamentação técnica, por isso vamos avaliar. Se esse for o caso, é preciso subsidiar medidas para que a sociedade não corra risco”, conclui Sir Carvalho.


 

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