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Biopark

Parque atrai empresas internacionais

Texto Assessoria de Imprensa

Publicado em 19/01/2021


Max Levill Flández, líder de projeto de ciência de dados da Perceptron, acredita que o Biopark vai ajudar a empresa a acelerar o processo de crescimento

Com a entrada de companhia chilena Perceptron, já são 14 empresas internacionais. A Perceptron cria soluções pautadas no impacto econômico, social e ambiental 

Os benefícios e possibilidades de desenvolvimento ofertados pelo Biopark já atraíram 14 empresas internacionais para Toledo. Uma delas é a Perceptron, do Chile, que faz parte do grupo que conta ainda com negócios da Alemanha, Argentina, Bolívia e Peru. 
 
No mercado há um ano e meio, a Perceptron usa modelos matemáticos e cria soluções para agroindústrias, empresas da área da saúde e financeira. Com o uso de ciência de dados (Data Science), o modelo criado pela empresa faz com que máquinas sejam capazes de “aprender” a desenvolver tarefas complexas, como agilizar processos, antecipar gargalos e trazer economia para seus clientes. 
 
“A Perceptron teve início criando modelos matemáticos a partir de consultorias para empresas. Esses dados são a base para desenvolvermos softwares adequados a cada necessidade”, explica Max Levill Flández, líder de projeto de ciência de dados da empresa. 
 
Entre os clientes atendidos pela Perceptron estão indústrias de proteína animal que atuam na produção, distribuição e comercialização de aves, suínos e salmão. A solução da empresa oferece modelos preditivos das características da matéria-prima a receber, como peso, qualidade ou composição, geração de perdas ao longo do processo produtivo e otimização de custos do mix de produtos. 

Entre os diferenciais da empresa, está  criar soluções que tragam mais sustentabilidade para processos. “Trabalhamos para que todos nossos produtos tenham um triplo impacto: social, econômico e ambiental. Ou seja, não olhamos somente para o faturamento, mas também para o impacto nas comunidades e no meio ambiente”, explica Max. 
 
Exemplo disso é uma solução recente criada para a cadeia produtiva chilena do salmão. Por meio de um software chamado Moris, é possível medir o nível de sustentabilidade do cliente. O software cruza dados internos de funcionamento da indústria chilena e alerta em tempo real ações que estão afetando as comunidades locais, ajudando as empresas a crescerem de maneira sustentável. Recentemente, a solução foi uma das finalistas no Programa SalmonChile, que incentiva propostas de inovação para atender de forma mais eficiente as necessidades da indústria de criação de salmão no país. 
 
A vinda para o Biopark foi motivada pelas possibilidades de crescimento no Brasil e aceleração que o Ecossistema pode oferecer para a empresa. “Estamos muito felizes de estar em Toledo e esperamos fazer muitos modelos matemáticos para impactar clientes de toda a região. O produto alimentício do Brasil é consumido no mundo todo e, estando aqui, acreditamos que podemos ter impactos a níveis globais”, explica Max, que já está residindo em Toledo.  Até março outras pessoas da equipe também devem mudar-se para a cidade. O Biopark presta suporte desde os trâmites legais para que o negócio possa se instalar no país, documentações para a equipe e acesso a curso de português. 
 

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