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Edição 149
BIOPARK

Sem fronteiras para a inovação


Foto(s) Divulgação

Publicado em 26/04/2021


Com benefícios exclusivos, Biopark gera oportunidades para empresas da região, de outros estados e países

Quando o assunto é inovação, não existem fronteiras territoriais. No Biopark, a missão de estimular negócios disruptivos tem despertado a atenção de empreendedores de diferentes regiões do Brasil e também de outros países.

Só nos primeiros dois meses de 2021, 14 novas empresas e startups ingressaram no ecossistema vindas dos estados de São Paulo, Paraná, Piauí, Ceará e Rio Grande do Sul, e também de outros países, como Chile e Peru. Ao todo já são mais de cem negócios atuando no local.

A chilena Nodust é uma delas. “Estamos concentrados em mercados importantes, como Chile, México e Argentina e este ano decidimos expandir nossa presença para o Brasil. O Biopark vai nos auxiliar a acessar esse mercado”, explica Pablo Morbiducci, fundador da empresa e que atualmente também atua no Vale do Silício, nos Estados Unidos, onde desenvolve novas tecnologias. 

ECOSSISTEMA SAUDÁVEL
Já para a Global Eletronics, de Guaíba, no Rio Grande do Sul, entre os diferenciais encontrados no ecossistema estão a mão de obra qualificada e a possibilidade de networking com outras residentes. “Já identificamos várias empresas com potencial para parcerias”, explica Nickel Strider, CEO da empresa. 

Do outro extremo do país, de Fortaleza, no Ceará, veio a Aironnet Systems, que oferece soluções em pesquisa, inovação, robótica e inteligência artificial. Foi o agronegócio regional, principalmente a oportunidade de desenvolver soluções para a suinocultura, que atraiu a empresa.

“A proposta de ter um espaço, networking com outras empresas, todo um acompanhamento, além de outros benefícios em troca do crescimento nos motivou a estar aqui”, explica Marcelo Laranjeira Melo, CEO da empresa.

EMPRESAS REGIONAIS
Empresas próximas também tem espaço garantido. É o caso da Mann Tecnologia, de Novo Sobradinho, distrito de Toledo, que está desenvolvendo o protótipo de um compressor booster isento de óleo, um produto ainda não fabricado no Brasil capaz de atender vários tipos de demanda. “O Biopark nos propicia um relacionamento diferente com o cliente. Estando aqui esperamos um crescimento substancial em 2021”, frisa o proprietário Fernando Libermann. 

DENSIDADE EMPREENDEDORA
De acordo com Luiz Donaduzzi, fundador e presidente do Biopark, o objetivo é gerar ‘densidade’ empreendedora. “Olhamos para o potencial das empresas, especialmente a capacidade de inovar e criar postos de trabalho”, destaca. A expectativa, por meio do Programa de Residência, é finalizar 2021 com 300 empresas no Biopark. Destas, 40 internacionais.
 

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