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PRESERVAÇÃO

Selo comemorativo eterniza o compromisso da Itaipu

Texto Assessoria de Imprensa
Foto(s) Rubens Fraulini

Publicado em 01/10/2021


Cerimônia no Dia da Árvore marcou o lançamento da campanha que celebra marco histórico de 24 milhões de árvores plantadas 

A Itaipu Binacional e os Correios lançaram, no Dia da Árvore, o selo comemorativo em homenagem aos 24 milhões de árvores plantadas pela usina desde 1979, na margem brasileira da faixa de proteção do reservatório – feito que deve ser atingido em novembro deste ano. A peça faz parte de uma série de comemorações programadas pela Itaipu para reafirmar sua preocupação histórica com a preservação do meio ambiente.

A cerimônia aconteceu no Centro de Recepção dos Visitantes (CRV) da Itaipu, em Foz do Iguaçu (PR), e reuniu diretores da binacional e dos Correios, prefeitos e representantes de municípios lindeiros ao reservatório, gestores das fundações vinculadas à binacional, representantes de universidades, empregados da usina e jornalistas. 

Segundo o presidente dos Correios, general Floriano Peixoto Vieira Neto, Itaipu é um exemplo de empresa que desenvolve ações socioambientais de verdade, que vão além do marketing empresarial. “Com essa marca de 24 milhões de árvores plantadas, Itaipu reafirma seu longevo compromisso com o meio ambiente e com a sociedade”, afirmou Floriano.

“São 42 anos dedicados à recuperação e preservação das áreas de vegetação que circundam uma das maiores usinas hidrelétricas do mundo. Iniciativas como essas, de fato, merecem reconhecimento e admiração porque são realizadas genuinamente em prol da conservação ambiental e da preservação do planeta”, disse Floriano. “Com essa emissão filatélica, estará eternizado na história do Brasil e do mundo o compromisso da Itaipu com o meio ambiente e com a sociedade.”
 
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De acordo com o diretor-geral brasileiro da Itaipu, general João Francisco Ferreira, as ações ambientais da empresa “contribuem com a segurança hídrica nas duas margens do reservatório e garantem a geração de energia limpa e renovável, que representa 10,8% da energia consumida no Brasil e 88,5% da energia consumida pelo Paraguai”. 

“Essas conquistas ambientais só foram possíveis graças à trajetória incansável de cada uma das pessoas que passaram pela Itaipu nessas mais de quatro décadas. Pessoas que trabalharam com dedicação e amor, mas também com muita ciência e tecnologia para coletar cada semente e produzir mudas, plantar e cuidar de cada árvore, até que fosse recomposta uma verdadeira floresta”, complementou.

O general Ferreira fez a primeira obliteração, marcando o lançamento oficial do novo selo. Em seguida, ele recebeu um álbum com as peças filatélicas, uma apresentação das diversas aplicações do selo de 24 milhões de árvores plantadas. A peça estará disponível em breve nas agências e na loja on-line dos Correios.

A arte do selo foi desenvolvida pelo designer da Divisão de Imagem Institucional da Itaipu, Anderson Guapo, e representa uma muda em diferentes tons de verde, remetendo às várias espécies vegetais que formam a floresta da faixa de proteção do reservatório. O desenho é acompanhado pelo texto “24 milhões de árvores”. O objetivo foi valorizar a grandeza de um gesto simples, o ato de plantar uma árvore, e seu impacto para o planeta.

Ao final da cerimônia, as autoridades foram convidadas para plantar uma muda de ipê-amarelo no Bosque dos Visitantes. Além do diretor-geral brasileiro e do presidente dos Correios, participaram do plantio o vice-prefeito de Foz do Iguaçu, Francisco Sampaio; a secretária municipal de Meio Ambiente de Foz do Iguaçu, Ângela Luzia Borges de Meira; e a chefe do Parque Nacional do Iguaçu, Cibele Munhoz Amato.  

Quatro décadas de preservação
O trabalho da Itaipu na restauração de ecossistemas começou antes mesmo que a primeira turbina da usina começasse a gerar energia. Em 1979, com a criação das áreas protegidas, teve início a implantação da floresta ciliar no entorno do reservatório e a criação dos refúgios biológicos.

Foram quatro etapas distintas de trabalho. Na primeira, entre 1979 e 1981, foi feito o plantio de uma linha de árvores chamada “Cortina Florestal”, na divisa entre a propriedade de Itaipu e as áreas lindeiras. Entre 1983 e 1986, os agricultores lindeiros começaram a participar das ações de restauração no sistema agroflorestal.

O enriquecimento da vegetação introduzida na etapa anterior e o plantio de novas áreas por empresas especializadas e contratadas pela Itaipu, em especial na Faixa de Proteção do reservatório, aconteceram de 1987 a 1991.
A quarta e última etapa do trabalho teve início em 1996 e continua até os dias de hoje, com o trabalho de restauração sendo realizado por meio de convênios de cooperação técnico-financeira com os municípios lindeiros e também por empresas especializadas. 

 

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