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Azedo, mas nem tanto

Publicado em 22/02/2017

A administradora de empresas Renata Slongo descobriu no sabor azedo das conservas o negócio da sua vida. A produção chega a 30 mil vidros/ano

Texto: Rejane Martins Pires
Fotos: Vanderson Faria

A empresária Renata Slongo, 31, passou toda a sua infância e adolescência saboreando as conservas da mãe, dona Maria Zeli. Só deixou o sítio da família, em São Salvador, para cursar Administração de Empresas, em Cascavel. Mal terminou a faculdade, já estava de volta. O forte vínculo com a terra falou mais alto.
Acatou uma sugestão da mãe, desenvolveu um projeto ainda durante o curso e fez acontecer. Correu atrás de suporte técnico, especializou-se em agronegócio, pesquisou sobre assunto, sondou o mercado e, indiferente aos olhares receosos, toca há seis anos a agroindústria de conservas, Zita.

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