Matérias

Um estouro!

Publicado em 15/03/2017

Ele já vendeu consórcio, enciclopédia, jazigo de cemitério, máquina de costura, medicamento e frango, mas se realizou fabricando pipoca

Texto: Rejane Martins Pires
Fotos: Vanderson Faria
Em qualquer supermercado ou mercearia que se vá, lá está ela. A embalagem rosa, batizada de Cegonha, é sinônimo de pipoca sequinha e crocante. Nem sempre foi assim. Quando o empresário João de Oliveira Rocha, de 59 anos, assumiu a fábrica no final dos anos 1990, a produção era baixíssima e a pipoca “borrachuda” não vendia muito. Mesmo assim acreditou na ideia e em pouco tempo fez a produção passar de 20 para 700 fardos/dia. É muita pipoca. Para se ter uma ideia da produção, é só dar olhada na quantidade de milho. Diariamente, são estourados 2.500 quilos. Dentro do barracão, o zumbido das máquinas só é quebrado pelo estouro constante dos canhões. E não pense que o público de “seo” João é só infantil. “De jeito nenhum. Meus maiores clientes são os adultos”, diz.






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