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Por que adotar?

Publicado em 16/03/2017

A adoção sempre fez parte do meu imaginário. Enquanto minhas colegas sonhavam com casamento e filhos biológicos, eu falava que um dia iria adotar uma criança. Conforme o tempo passava, mais eu sentia necessidade de realizar este sonho. Mas, confesso, o medo era grande e  aumentava quando eu ouvia algum comentário do tipo “você é louca”, “é solteira, vai viajar, aproveitar a vida” ou, pior ainda, “quer um filho? Por que não engravida?”. Senti na pele o preconceito que assombra o universo da adoção. Ficava muito chateada, mas segui em frente com meu projeto. Entrei com o processo e coloquei nas mãos de Deus. Também não restringi perfil, não escolhi sexo, idade, nada disso. No fundo, sabia que seria um menino. E assim, no dia 31 de outubro de 2012, às 17 horas, acompanhada pela minha mãe e minha irmã (futura vovó e madrinha), fui buscar meu filho, o Enzo. Ele nasceu pra mim naquele instante. Lindo, risonho, uma criança iluminada. Hoje não consigo me imaginar sem o Enzo. Agradeço a Deus todos os dias por ter me enviado este filho que é uma benção, um orgulho, uma alegria imensa. A adoção foi a decisão mais acertada da minha vida!

Maria A. Oliveira (Guida), 42 anos, solteira,
administradora de empresas.
Ela superou o medo e o preconceito e adotou o
pequeno Enzo, hoje com 2 anos e 10 meses

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