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14 anos de história

O “galã cínico”

Publicado em 03/03/2017

Texto: Jairo Eduardo
Fotos: Vanderson Faria

Paulo Danilo Batista Martins é natural de Rio Grande, região portuária do Rio Grande do Sul. É um ícone da imprensa regional. Raros lhe são indiferentes. Ou amam, ou odeiam. Em mais de meio século de comunicação social, Paulo Martins já fez de tudo. Narrou jogo com o 38 sobre a mesa e consagrou-se na Farroupilha, a TV Globo do rádio, no papel do ator que despertava o ódio no ouvinte. Essas e outras histórias, a seguir...

Aldeia - Um fato que marcou sua infância...
Paulo Martins – Sem dúvida, a ausência do pai. Eu nasci em um 13 de janeiro, meu pai faleceu em novembro do ano anterior. Ele não tinha 30 anos de idade quando a tuberculose o levou. Na época, não havia penicilina, era comum as pessoas morrerem desta doença.

Qual era a profissão dele?
Portuário. Em sociedade com um irmão, ele oferecia serviço de lancha para abastecer os navios que aportavam em Rio Grande. Chamava-se Paulo Maia Martins. Antes de morrer, disse para minha mãe que nasceria um menino e que era para batizar com o nome Danilo. Era uma homenagem a um grande jogador do Vasco. Minha mãe, então, escolheu Paulo Danilo.

Descreva a ausência da figura paterna...
É não ter um pai para abraçar. É não ter um pai para seguir o exemplo, para nada... Após cinco anos de viuvez, minha mãe se casou novamente. Foi pior, aí eu conheci a figura do padrasto. Com ele, a mãe teve dois filhos. Portanto, somos em quatro, dois meninos e duas meninas.

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