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Edição 122
Construção

A fina engenharia de Notari

Ele atua há poucos anos e já tem grandes obras em seu currículo. Para explorar o mercado premium, aposta na formação continuada, no planejamento e em boas parcerias.

Texto Rejane Martins Pires
Foto(s) Bruna Scheidt

Quem acessa o perfil do engenheiro Marcos Notari nas redes sociais não vai encontrar nada pomposo. No máximo, sua localização e fotos de seu principal hobby: a pescaria. Na vida profissional, não é diferente. Discreto e com foco na sua empresa, a M Notari Engenharia, se destacou em alguns serviços realizados na cidade e região, como na revitalização do Calçadão da Av. Brasil, em Cascavel, a transformação do antigo Hotel Panorama em Vivaz Cataratas, em Foz do Iguaçu, e em vários projetos residenciais de alto padrão. 

A lista é grande. E olha que ele é formado somente há quatro anos. Mas, afinal, qual é o segredo para resultados tão consistentes? Trabalhar muito, com erros e acertos. Pode parecer estranho, mas foi a partir de um contratempo que ele refez toda a sua estratégia. “Minha primeira obra, quando recém-formado, acabou na justiça”, conta.

A partir dali, com a demanda resolvida, a grande lição. “Dizem que a gente aprende mais errando que acertando. Então, comecei a rever contratação de mão de obra e melhorar planos de trabalho, como otimização e redução de tempo e desperdício”, explica.  “A cada obra aprendemos algo novo e isso é tão importante quanto a formação técnica e acadêmica”, diz. 
 
Marcos Notari: foco no segmento premium


A conversão de Notari para esse crescimento e satisfação dos clientes deve-se em parte também a outra medida: a busca por bons parceiros. “Quando buscamos o melhor resultado para a satisfação do cliente, buscamos os melhores profissionais e empresas do mercado”, isso nos dá tranquilidade para tocar a obra com total segurança e sem imprevistos, ressalta. 


ALTO PADRÃO

Com a dinâmica mais otimista no mercado e know how no segmento premium, a ideia do engenheiro é continuar explorando os mercados de médio e grande porte. Para isso, aposta na equipe articulada, interna e externamente, para prestar serviços com qualidade e agilidade. “Hoje sei que preciso ter muito controle, confiança na mão de obra e saber exatamente o que estou fazendo, ou seja, planejamento, organização e foco”.

 
EM FAMÍLIA

 Aos 28 anos, Marcos Notari foi conduzido para a engenharia civil pelo pai, Luiz Notari. “Como todo adolescente, eu estava com dúvidas em qual curso ingressar, e meu pai, que é engenheiro agrícola, me orientou. Mal comecei o curso e me apaixonei pela área”, conta, lembrando que desde os 14 anos já tinha algum envolvimento com o ramo da construção civil. O primeiro emprego foi numa loja de material elétrico. Depois trabalhou com o tio elaborando projetos hidráulicos de saneamento e tratamento de água, trabalhou na empresa de um primo também engenheiro civil e teve uma experiência como autônomo. “Tudo isso ajudou a criar a minha identidade profissional”, diz. 


OLHAR DE ENGENHEIRO

Nem mesmo na colação de grau, o jovem engenheiro tirou folga. “Estava concretando uma obra e não podia parar. Fui lá correndo, de botina suja mesmo, cumpri o protocolo e voltei para a obra”. Esta disposição para o trabalho é outro diferencial. Nada escapa a seu olhar. “Não tenho medo de cobrar do colaborador um trabalho bem feito e se o mesmo não o fizer, terá que refazer o serviço, pois o principal critério adotado em minhas obras são serviços de qualidade e satisfação do cliente’’, conclui. 

 

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